• Gargantilha Trançada em Couro Braiding
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R$ 65,00

3 em estoque

Código: GTCB1

INFORMAÇÕES DO PRODUTO
Condição: Novo
Produto: Disponível
Quantidade: 03 peças
Cor do Produto: Natural/café
Para pescoço: 46, 47 e 48 cm de diâmetro
Trançado: 5,32 mm diâmetro

Produzido por Biagio Grisi

Outras Cores: Amarelo, azul, café, vermelho, verde, preto, laranja, vinho, roxo e natural.

COMO MEDIR O MEU PESCOÇO

1 – Meça o seu pescoço. A medida do pescoço é a parte mais importante para determinar a GARGANTILHA certa para você. A gargantilha terá um caimento mais baixo em uma pessoa com pescoço mais fino e um caimento mais alto em alguém com um mais grosso.

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  • Enrole uma fita métrica em torno do pescoço, mantendo-a paralela ao chão enquanto tira a medida.

 2 – Saiba sua altura. Além da medida do pescoço, sua altura pode influenciar no caimento da sua gargantilha. Gargantilhas grossas podem ficar exageradas em mulheres mais baixas. Enquanto, gargantilhas finas ficam apagados nas altas.

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  • Se você tiver menos de 1,62 cm, escolha gargantilhas que tenham diâmetro entre 3 e 5 mm
  • Para mulheres com altura acima de 1,62 cm e abaixo de 1,70 cm, gargantilhas de até 6 mm caem bem.
  • Mulheres com altura acima de 1,70 cm ficam bem e podem usar e abusar de gargantilhas mais grossas.

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3 – Equilibre o largura e diâmetro com o formato do rosto. Gargantilhas podem fazer seu rosto parecer mais largo, mais fino, mais alongado ou mais curto dependendo do formato do formato. Sendo assim, gargantilhas de diferentes larguras podem disfarçar alguns formatos.

  • Mulheres com o rosto arredondado devem evitar gargantilhas, pois eles acentuam o formato.
  • Se seu rosto for oval, qualquer tipo de gargantilha cai bem.

Siga as instruções e não vai ter problema na hora de comprar a sua GARGANTILHA FURLÃO. 

Vou precisar das medidas (exatas) em centímetros para fazer os meus ajustes e você adquirir a sua GARGANTILHA e ficar bastante satisfeita(o).

 Se continuar na dúvida, não faça a sua compra. Na dúvida entre em contato comigo.

3 em estoque

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Gargantilha: use e abuse de acessórios no seu dia a dia

Gargantilha Trançada em Couro Braiding

As nossas GARGANTILHAS são feitas em Couro de bode em Campina Grande na Paraíba, Nordeste do Brasil. Quando você adquire um produto FURLÃO, está levando uma peça para durar anos, se você souber usar.

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Depois do Reinado do Terror, na França dos finais do século XVIII, os jovens descendentes dos inimigos da Revolução – que tinham sido decapitados na guilhotina – realizavam festas orgiásticas para esquecerem o seu trauma colectivo. Ou, pelo menos, era o que os jornais da época diziam. Os Bals des Victimes (“bailes das vítimas”) eram um fenômeno semi-apócrifo que, apesar de posto em questão por alguns historiadores, eu prefiro acreditar que eram reais, porque essas festas me parecem insanas e, ao mesmo tempo, completamente razoáveis. Uma resposta apropriadamente selvagem e catártica para a morte dos seus pais e dos pais de todos os seus amigos aristocratas.

A história na moda

Nos Bals des Victimes também se encontra a história original do acessório de moda mais onipresente de 2016: Segundo algumas histórias, nesses bailes algumas jovens atavam laços vermelhos ao pescoço, como homenagem aos parentes decapitados.

As associações degoladoras do acessório são ainda mais antigas. Ana Bolena aparece no seu retrato mais famoso a usar um fio de pérolas preso no acessório, com uma letra “B” a mostrar a sua identidade entre as clavículas. Não muito depois de o quadro estar pronto, ela foi decapitada por acusações que incluíam bruxaria e adultério.

Quatrocentos e cinquenta anos

Mais de 450 anos depois, num lado B da banda Hole, “Old Age”, Courtney Love canta: “Por favor, alguém diga à Ana Bolena que elas estão de volta”. A música é uma versão dos Nirvana, reescrita por Love com uma letra de luto em homenagem a concubinas esquecidas e referências à perseguição encetada à sexualidade feminina. O tema também marca 1993 como um ano de pico destes mimos (como muitas heroínas do grunge, a então baixista das Hole, Melissa Auf der Maur, combinava sempre as suas camisas de laço com uma delicada corda preta amarrada ao pescoço). A letra de Love também realça o regresso do colar de Ana Bolena como um sinal de rebeldia feminina atemporal.

Um sinônimo

O acessório sempre foi sinônimo tanto de perseguição, como de poder. Em Olympia, de Édouard Manet, um dos retratos mais polêmicos da forma feminina do Ocidente, a modelo do artista, Victorine Meurent, dá um acessório à sua nudez com um laço preto no pescoço e um olhar de “há algum problema?”. Os críticos desaprovaram o quadro quando foi mostrado pela primeira vez no Salão de Paris de 1865, mas as reclamações tinham pouco a ver com a nudez de Olímpia (que era comum nas populares pinturas de divindades clássicas da época). Tinham a ver, sim, com a humanidade de carne e osso e o olhar direto e poderoso de Meurent. Os acessórios representavam prostituição na Europa de finais do século XIX e Manet tinha retratado uma mulher que usava a sua sexualidade com orgulho em volta do pescoço.

Peso 0.300 kg
Dimensões 18 x 27 x 09 cm

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